'Tem tudo para ser uma grande semifinal', diz Bonamigo




Às vésperas de enfrentar a Tuna Luso pelas semifinais do
Campeonato Paraense, o Remo chega com um leve favoritismo ao clássico, lavando
em conta alguns fatores, como o maior investimento para a temporada e por ainda
ser a única equipe invicta na competição. Apesar disso, o experiente técnico
Paulo Bonamigo prega enorme respeito ao técnico Robson Melo e ao elenco
cruzmaltino.
“É um clássico histórico do futebol paraense. São duas
equipes centenárias. Estou muito feliz do retorno da Tuna para a elite da
competição estadual. Foi campeã da Segundinha ano passado e vem fazendo uma
campanha muito boa este ano. O Robson vem fazendo um trabalho muito bem
desenvolvido. Temos total respeito. Estamos em um momento da competição onde os
times estão mais preparados. Temos que filtrar as situações positivas que
tivemos na competição e entrar determinados nesse jogo que será difícil para
que possamos fazer uma grande partida”,
comentou.
A equipe de Robson Melo vem fazendo história desde quando venceu
a Segunda Divisão Estadual em 2020 e retornou à elite do Parazão após oito
anos. Além de ter chego às semifinais, a Águia do Souza garantiu vaga na Série do
Brasileiro depois de 15 anos longe de uma competição nacional. Pelo momento do
adversário e do campeonato, Bonamigo espera as duas partidas mais difíceis do torneio
até aqui.
“Pelo momento da competição ser uma semifinal, acredito que
será o confronto com maiores dificuldades. A Tuna é uma
equipe equilibrada e tem o melhor ataque do campeonato. Estudamos essa semana
seus pontos fortes. Tem tudo para ser uma grande semifinal”, enfatizou.
Já são 12 jogos do Remo na temporada, sendo nove vitórias, três
empates e nenhuma derrota. Além disso, os azulinos marcaram 25 vezes e sofreram
13 gols. Os bons números até aqui fazem com que Bonamigo elogie o empenho do
grupo remista, mas cita aspectos que equipe precisa melhorar para que evolução
continue.
“Temos um grupo extremamente comprometido e focado. Fizemos
mudanças na equipe no decorrer da competição, mas nosso modelo de jogo, atitude
dos atletas dentro desse espírito coletivo, é o que nos traz até aqui fazendo
uma boa campanha. Sabemos que o que está sendo construído precisa de um “tijolinho”
a mais nessa construção. Temos que melhorar cada vez mais. Já tivemos uma
evolução na bola parada defensiva que vinha sendo um problema crônico. Temos
que aperfeiçoar nosso repertório ofensivo, até mesmo pelos jogadores que estão
chegando, como o Erick Flores, Kiss, o Cariús vem fazendo partidas completas.
Enfim, temos uma margem para crescer e o jogo seguinte se torna sempre muito
importante”, concluiu.



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