Líder do cemitério clandestino morre em troca de tiros  | Polícia | Diário Online



A Polícia Civil parece que chegou ao desfecho da história que chocou muita gente, em razão dos mistérios que envolvem a morte de várias pessoas: a descoberta de um cemitério clandestino no município de Ananindeua, Região Metropolitana de Belém. 

Durante a Operação Tânatos, deflagrada na manhã desta quarta-feira (23), pela Polícia Civil, por meio da Divisão de Homicídios (DH), Pablo Renato da Silva da Costa, vulgo “Escobar”, apontoado como líder da associação criminosa – que atuava na prática das infrações penais e execuções de desafetos – morreu após trocar tiros contra policiais. 

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“Escobar” revidou a ordem de prisão e efetuou vários disparados contra os policias, que revidaram. Pablo chegou a ser socorrido para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na Cidade Nova, em Ananindeua, mas não resistiu. 

Durante a operação, a polícia também prendeu André Felipe Maciel da Conceição, vulgo “Barriga”, além da apreensão de um menor, que também faziam parte da associação criminosa, além de serem apontados como autores do homicídio contra o bombeiro militar Allan Tadeu Neco Vieira e outras vítimas.

CEMITÉRIO CLANDESTINO

O “cemitério clandestino” foi encontrado no último dia11 em uma área no município de Ananindeua, Região Metropolitana de Belém (RMB), após início das investigações pelo Corpo de Bombeiros.

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Na área foi encontrado o soldado do Corpo de Bombeiros, Allan Tadeu Neco, que estava desaparecido há cerca de uma semana. O sinal do celular do militar indicou a direção onde ele estava, dando início a descoberta do local.





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