Covid-19: Primeiro lote com vacinas para crianças de 5 a 11 anos chega ao Pará | Pará

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O primeiro lote com doses das vacinas contra Covid-19 destinadas às crianças entre 5 e 11 anos chegaram na manhã desta sexta-feira (14) ao Pará. Segundo o governo do estado, o voo com os imunizantes da Pfizer pousou no aeroporto de Belém às 10h30.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde do Pará (Sespa), foram recebidas 62,3 mil doses. As vacinas chegaram ao estado paraense com atraso. O voo com o lote era previsto para o início da madrugada, mas a aeronave chegou sem trazer os imunizantes.

Em todo estado, são 1.021.778 crianças que podem ser vacinadas nesta etapa da imunização contra o coronavírus. Só na capital paraense são 141 mil, segundo a secretaria municipal.

A recomendação do estado é que os pais ou responsáveis levem a criança no posto de vacinação. Caso isso não seja possível, é necessário encaminhar autorização por escrito.

Os primeiros vacinados serão as crianças com 11 anos que tenham comorbidades ou alguma deficiência. Depois, outras crianças no mesmo critério e mais novas.

De acordo com o Ministério da Saúde, a recomendação é que na sequência, sejam vacinados indígenas e quilombolas e, depois, as crianças que vivam em lar com pessoas com alto risco para evolução grave de Covid-19, antes dos demais públicos entre 5 e 11 anos.

O intervalo previsto para a primeira e segunda doses nas crianças de 5 a 11 anos é de 8 anos. Quem completar 12 anos de idade no intervalo entre as doses podem receber a 2ª dose normalmente.

A Secretaria de Estado de Saúde (Sespa) explica que o imunizante tem dosagem e composição diferentes das que são utilizadas na vacinação de pessoas maiores de 12 anos. As doses que serão aplicada em crianças tem 0,2 ml cada uma, o que equivale a 10 microgramas. A tampa do frasco da vacina pediátrica tem a cor laranja para facilitar a identificação por profissionais e responsáveis.

As vacinas recebidas serão distribuídas para os Centros Regionais de Saúde e disponibilizadas aos municípios de acordo com o quantitativo populacional de crianças em cada local. O calendário de vacinação infantil fica sob responsabilidade dos gestores municipais, reforça a Sespa.

A Sespa recomenda às secretarias municipais de saúde que a vacinação de crianças seja feita em um ambiente específico, acolhedor e seguro, que seja separado da vacinação de adultos.

As Unidades Básicas de Saúde também devem evitar que a vacina contra a Covid-19 seja administrada em paralelo a outras vacinas do calendário infantil. As demais vacinas podem ser administradas em um intervalo de 15 dias após a aplicação da dose contra Covid-19. Também não é recomendável, ainda, que a vacinação infantil seja em postos na modalidade drive thru.

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