Cota da Fifa deve amenizar a situação financeira do Papão – Blog Belém


Nildo Lima

DOL

Presidente do clube trabalha em busca de soluções para a crise | Jorge Luiz/Paysandu Ouça esta reportagem 

Enquanto trabalha nos bastidores para definir o futuro do elenco do clube, cujas atividades estão paralisadas em função da pandemia do Covid-19, a diretoria do Paysandu busca socorro financeiro para tentar manter os salários do plantel, dos funcionários e outras despesas em dia. E uma dessas “mãozinhas”, poderá ter cunho internacional. O presidente Ricardo Gluck Paul informou que o clube e os demais integrantes da Série C do Brasileiro asseguraram o recebimento de uma cota como direito pago pela Fifa, via Confederação Brasileira de Futebol (CBF), valor que será pago parceladamente.

“A gente conseguiu agora recentemente mais uma vitória no futebol, conseguindo fazer parte do quinhão, vamos dizer assim, dos direitos internacionais que estavam sendo negociados pela CBF com os clubes da Série A”, revelou Gluck Paul. “A Série C conseguiu entrar, mas ainda com um valor muito modesto. Deve dar algo perto de R$ 150 mil por quatro temporadas. Seriam mais de R$ 500 mil, divididos em quatro parcelas”, detalhou o dirigente bicolor, que tenta agilizar o recebimento, pelo Papão, de um valor maior de uma só vez.

“Estamos tentando antecipar pelo menos duas parcelas pra gente conseguir montar mais alguma coisa”, salientou o presidente, que, além do valor vindo do exterior, tenta ainda encontrar outra fonte financeira para ao menos amenizar as dificuldades enfrentadas pelo clube. “A gente tem trabalhado para colocar as mãos em um crédito que possa suprir em curto prazo e que a gente possa arcar com o pagamento em um médio e longo prazo. Essa é uma saída bastante viável”, informou.

Gluck Paul ressaltou que a situação não permite lentidão nas ações dos clubes. “Não temos alternativa de esperar. Os custos são altos e se acumulam mensalmente. Temos de agir”, lembrou o presidente. Em sentido contrário à busca de recursos, mais de mil agregados do projeto Sócio Bicolor deixaram de pagar suas mensalidades. Além disso, a maioria dos patrocinadores não renovaram seus contratos com o clube.



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