Participantes revelam que ‘De Férias com Ex’ ocultou cena de assédio – Diário Online



Scarlat Cióla, participante da 6ª e atual temporada do De
Férias com o Ex, acusa a emissora MTV de ocultar uma cena de assédio que teria
ocorrido no episódio que foi ao ar nesta quinta-feira (30).

Ela afirma que o participante Igor Adamovich tentou beijar
Camilla Costa à força e, quando a jovem se recusou, ele a xingou. Disse, ainda,
que esse era o motivo da briga entre os dois que foi exibida.

“Quando aparece a cena em que eu e a Mina […] estamos
falando ‘Nossa, como ele [Igor] é nojento’, o fato não era ele estar beijando a
Rebecca [Diniz] e a Larissa [Cozer]. O que aconteceu antes, que foi cortado e
não apareceu, foi que ele estava tentando beijar a Camilla. Ela estava fugindo,
[…] e ele xinga, ofende a Camilla”, explicou Scarlat em seu Instagram.

Ela ainda deixou claro que conversou com as mulheres
envolvidas no caso antes de se posicionar. “A Camillinha estava bem
bêbada, vira para a gente e fala: ‘Mano, vocês estão vendo isso?’ […]
aconteceu uma situação que eu e a Mina olhamos e falamos ‘que nojo’, e a
Camilla pediu a nossa ajuda”, contou.

A participante Mina Winkel usou seu perfil no Twitter para
reforçar a acusação. “Já assistiram o stories da Scarlat contando o que
aconteceu que não foi mostrado? A briga dela não foi pelo Igor beijar Rebecca
ou Larissa. A Camilla pediu nossa ajuda porque ele não parava de chegar nela de
forma escrota e invasiva. Por isso eu puxei ele dali”.

Scarlat esclareceu que foi por isso que ela e Mina
discutiram com Igor. Disse que, da forma como o programa foi editado, o motivo
parecia ser ciúmes, uma vez que Igor foi o primeiro participante com quem ela
se envolveu na casa. Procurada pela reportagem, a assessoria da MTV não se
manifestou até a publicação deste texto.

“Eu sabia que ia ter que me posicionar aqui, porque se
não, ia parecer que eu estava surtando, que era uma maluca. E eu já estava em
outra, não estava nem aí para ele. Eu não paguei de louca, não surtei”,
disse. “Cortaram as partes, acho até que pelo assunto, pela situação [de
assédio], talvez seria um problema passar”.





Fonte da notícia

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*