Mulher quilombola se forma mestra pela Universidade do Estado do Pará | Pará


“Penso que essa não é uma conquista individual, mas sim coletiva, pois no decorrer do caminho nós vamos formando uma rede que nos faz prosseguir rumo aos nossos objetivos. Então essa foi uma maneira de me posicionar enquanto sujeito ético, político, de transcender também o lugar que sempre fora destinada aos negros”, comemora.

A educadora, da comunidade Vila União/Campina, em Salvaterra, acredita na educação como instrumento de luta e desenvolve um projeto de cursinho preparatório para vestibulandos quilombolas locais.

Foi no último mês de setembro que Shirley Amador se tornou a primeira mestra quilombola da Uepa. A aprovação foi motivo de orgulho para o orientador, professor doutor João Colares.



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