Grace Gianoukas revela desejo de adotar galinhas de ‘Salve-se Quem Puder’ – Diário Online



Encantada
pelas galinhas do elenco de “Salve-se Quem Puder”, trama das 19h da
Globo, que encerra sua “primeira fase” no próximo sábado (28) em
decorrência da suspensão das gravações por causa do novo coronavírus, Grace Gianoukas,
56, diz que, se fosse possível, as adotaria após o término da novela.

A atriz
conta que, assim como sua personagem na trama, se apegou a Felipa, Juliana e
Raquel, as três galinhas que se revezam para dar vida à ave de estimação de
Ermelinda, Felipa. “Elas [as galinhas] têm uma franjinha emo (risos). São
doces, uns amores. Adoro contracenar com elas.”

Gianoukas
afirma que na sua infância, sempre “teve essa coisa de criar
garnizé”. “A gente trocava com os amigos, vivia no meio das galinhas.
Pintava a unha delas, colocava lacinho. Elas andavam atrás de mim, éramos
amigas. Fico feliz porque tenho certa familiaridade com elas”, completa
Gianoukas.

Durante a
entrevista no inteervalo da gravações, a atriz, inclusive, estava com duas das
galinhas, mas foram retiradas pela equipe da produção da novela para que não
ficassem estressadas com o barulho e a agitação da conversa.

Adestrado,
o “trio galináceo” tem o temperamento calmo, segundo a atriz.
“Elas são adestradas, bem calmas, doces, queridas. Sou completamente
apaixonada. É até difícil fazer cenas em que elas são agressivas. Sou defensora
delas. Brinco que só podem gravar até as 17h. Depois precisam dormir”,
acrescenta, aos risos.

Na trama,
antes de se tornar parte da família interiorana de “Salve-Se Quem Puder”,
a galinha Felipa quase foi para a panela. A bichana, no entanto, fugiu quando
percebeu qual seria seu triste destino, até que Ermelinda se deu conta de sua
esperteza e resolveu adotá-la como bichinho de estimação.

“QUEBRANDO
CORAÇÕES”

Grace
Gianoukas afirma ter recebido muitas mensagens do público desde que entrou para
o elenco da novela de Daniel Ortiz e conta que o sotaque de sua personagem, que
vivia na zona rural de Judas do Norte (SP) no início da trama, foi um desafio.

“É
uma personagem delicada, porque tem um outro sotaque. Não pode ser algo
exagerado, porque vai para o Brasil todo. Tem que ser fiel ao lugar que ela
pertence sem ser carregada. São vários desafios e eu estava um pouco insegura
nesse sentido de que ficasse verossímil.”

A atriz
fala também sobre o futuro de sua personagem, que se mudou para a capital
paulista com as três protagonistas da trama, Alexia (Deborah Secco), Luna
(Juliana Paiva) e Kyra (Vitória Strada), que entraram para o Programa de
Proteção à Testemunha após testemunharem um crime. “Dizem que Ermelinda
vai quebrar uns corações, mas não posso falar muito. Ela faz
reflexologia.”

Gianoukas
afirma que vem muito romance por aí, não só em relação a Ermelinda, mas aos
outros personagens do núcleo -com os quais ela garante estar em plena sintonia.
É um prazer enorme trabalhar com eles. A gente almoça batendo texto,
descobrimos coisas juntos. Núcleo que gosta de bater texto é uma maravilha,
porque estar em cena é um jogo.”

A atriz
diz que tem participado de cenas com um “tom de comédia maravilhoso, com
humanidade e realismo por causa das confusões que se dão com essa mãe e esse
filho [Zezinho, interpretado pelo ator João Baldasserini] que são bem do
interior”.

“Acho
que as meninas estão se saindo muito bem também. A Kyra com as frescuras dela,
Alexia com aquele estrelismo e Luna, que tem mais vaselina para as coisas
acontecerem [risos”, completa.

INFÂNCIA
COM ANIMAIS

Natural da
cidade de Rio Grande (RS), Grace Gianoukas, que é a caçula de seis irmãos,
conta que sua família ama animais. “Tive cachorro, galinha, pato, coruja,
papagaio, caranguejeira, filhotinho de lobo – marinho, pinguim… Minha família
é toda envolvida com conservação.”

“Um
de meus irmãos é biólogo marinho. Lá em casa era uma bicharada. Naquela época
dava pinguim cheio de óleo no mar e meu irmão, quando encontrava, levava para
casa e a gente cuidava até ficar saudável para a gente devolver”,
completa.

Gianoukas
afirma que mora em um apartamento em São Paulo na companhia de dois felinos.
“O gato rapaz chama-se Bituca em homenagem ao Milton Nascimento, porque
fui ver um show dele e dei de cara com a feira de adoção. E ela se chama
Helena, que é uma mocinha grega.”

A atriz
destaca ainda os 18 anos do projeto humorístico, o “Terça Insana”,
criado por ela e que traz pequenos monólogos que tratam de temas controversos.
“Nesse tempo todo, fizemos 700 cenas. É interessante os níveis de
abordagem do público. Terça insana tem muita repercussão até hoje. Quando veio
o YouTube, ele destravou nossos DVDs e a coisa se espalhou.”





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