Fuga de energia: consumidor pode pagar até o dobro da conta de luz




Ficar cada vez mais tempo em casa em virtude da pandemia obriga que consumidores estejam ainda mais atentos para o consumo de energia elétrica, evitando desperdícios e, principalmente, o chamado “fuga de energia”.
O termo se dá quando as condições das instalações elétricas internas dos imóveis não estão adequadas, seja por um fio desencapado, mal dimensionado e com isolação desgastada pelo tempo ou ainda por eletrodomésticos defeituosos dentro de imóveis.
Em outras palavras, a fuga de energia seria um tipo de “vazamento constante de água na tubulação”. Um caso recorrente é o uso de geladeira em mau estado de conservação, sem a devida vedação, que pode aumentar o consumo do refrigerador em até sete vezes.
Ter atenção a esses detalhes dentro de casa e manter os reparos elétricos a cada 10 anos, no máximo, são fatores imprescindíveis para evitar surpresas na conta de energia no final do mês. “É necessário chamar um eletricista para fazer os testes que podem identificar possíveis problemas, como por exemplo, desligar todos os eletrodomésticos e verificar se o medidor continua registrando consumo”, aconselha Pabllo Barbosa, gerente de Serviços Técnicos e Comerciais da Equatorial Pará.
Ele aconselha também que seja verificada a existência de equipamentos com consumo acima do normal. “Em caso positivo, após esse procedimento é necessária uma avaliação para identificar o ponto de fuga de energia ou vazamento de corrente”, diz.



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